sexta-feira, 29 de junho de 2012

“Lé com lé; cré com cré” no velório da democracia

Caminhamos para mais uma “ficção eleitoral”. Este disparate se confirma de modo especial em São Paulo, onde os vencedores terão a terceira economia do País nas mãos. Daí o vale tudo. No afã de ganhar, as alianças vão sendo inescrupulosamente tentadas, mesmo entre velhos inimigos políticos e ideológicos, deixando o eleitorado pasmo diante de tanto descaramento. O artificialismo eleitoral tornou-se óbvio. Nosso panorama político-eleitoral é uma vergonha, um leque só com ideologias de esquerda.
O conjunto dos políticos parece uma troupe teatral cujos atores, todos muito amigos e afinados entre si, desempenham o papel que o organizador da peça lhes pedir. O maior descalabro é que a grande maioria do eleitorado não afina com o esquerdismo dos políticos; quereriam outra coisa que, aliás, em parte são prometidas nas campanhas eleitorais. Porém, a realidade histórica invariável mostra que, uma vez no poder, seja quem for, as promessas direitistas ficam no congelador, e os dirigentes vão fazendo tudo caminhar cada vez mais para a esquerda. O eleitorado mais uma vez se decepciona, descola, e conclui: “Não tem jeito, nosso ‘cardápio’ político é marcado por um só viés. Parece restaurante vegetariano”. “Lé com lé; cré com cré”, poderia ser o lema do nosso quadro partidário. Onde foi parar a representatividade democrática? Não estamos assistindo propriamente ao velório da democracia? Será que no futuro alguma direita autêntica vai reclamar uma “Comissão da Verdade” para saber o que as esquerdas fizeram da “democracia” brasileira? Quem foram os seus torturadores? Onde foram enterrados os seus restos? A História dá muitas voltas.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Afinal, por que o aborto?

Talvez o tema mais candente das controvérsias atuais em todo o mundo seja o aborto. Um fato que escandalizou a muitos pelo seu barbarismo, mas não pela sua coerência abortista, foi o artigo da revista British Medical Journal, noticiado na “Folha de S. Paulo” de 2 de março p.p. Dois acadêmicos ingleses defendem que os médicos deveriam ter o direito de assassinar bebês recém-nascidos até o uso da razão, quando não desejados pelas mães ou tiverem problemas de saúde.
Não resta dúvida de que a publicação de uma tal matéria expressa o grau espantoso de decadência e barbarismo para o qual estamos sendo empurrados. Isso mesmo, empurrados! É evidente que a maioria da opinião pública repudia o aborto, mas é também evidente que já se podem presenciar teorias as mais estapafúrdias sendo defendidas com publicidade.
Só mesmo vivendo em nossos dias para presenciar o fato espantoso dos defensores do aborto demonstrarem menos sentimentos do que os animais selvagens. Contudo, ainda não vi uma resposta dos abortistas para a seguinte pergunta: Afinal, aonde se quer chegar com o aborto e o infanticídio? Será a um estado de coisas em que a liberação sexual completa se transforme num valor supremo, o qual justifique por sua vez a morte de todos os concebidos indesejados? Ou será que os financiadores milionários do aborto velam a intenção de se chegar à eliminação pura e simples dos seres humanos, como alguns ecologistas radicais tanto desejam? Isso não explicaria por que nem os defensores dos direitos humanos nem os ecologistas defendem os bebês que são assassinados aos milhões? Tudo somado, não será sobretudo porque fomos criados à imagem e semelhança de Deus? Por que somos a imagem mais perfeita de Deus na Terra? Por que somos de Deus por um direito do Criador sobre a criatura? Por que tal investida é empreendida especialmente em povos católicos ou cristãos? Não será pela determinação – utópica, é verdade – de eliminar Deus da face da Terra com vistas a estabelecer nela do reino do demônio? Como se diz na França: Qui vivra, verra! (Quem viver, verá!) Uma coisa é certa: nem o demônio, nem os seus, conseguirão vencer a Deus. E Ele, para Sua maior Glória, os vencerá por meio de Maria Virgem, que lhes esmagará a cabeça!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Estado vai ficar realmente dono das nossas crianças?

A Folha de São Paulo publicou no último dia 23, na página Quotidiano, notícia de que um projeto de lei visando coibir toda forma de violência contra as crianças foi aprovado numa comissão da Câmara dos Deputados, em Brasília, e deve ser votado em plenário no mês que vem.
Segundo a notícia há dúvidas por parte de pais e especialistas sobre o acerto da medida. E ninguém sabe precisar qual é o limite a partir do qual um ato punitivo praticado pelo pai ou pela mãe passa ser qualificado como violência. E nesse caso, o pai ou a mãe pode ser afastado(a).
Outra discussão que corre paralelamente é o problema dificílimo da disciplina nas escolas. Psicólogos, professores e até psicanalistas, afirmam que a culpa é das famílias, que delegam para a escola aspectos da educação que deveria ser dada em casa.
Estranhamente são omitidos, como fatores desfavoráveis à educação e à disciplina, programas veiculados na TV, sites impróprios de toda ordem, e, eu não recuo diante da afirmação, certas formas de vestir as crianças, certos brinquedos, impostos pela ditadura da moda. (Convém lembrar que a Gazeta Online, do dia 24 último, publica o lançamento de uma boneca que diz palavrões, recém lançada nos Estados Unidos, certamente para aproveitar o período natalino(!).

Tais fatores pesam enormemente contra a autoridade dos pais e exacerbam nas crianças tendências à liberação total, à recusa de qualquer limite ou freio. Sobretudo em certas circunstâncias de convívio com outras crianças amigas ou parentes, ou ainda com colegas de escola, quando se percebe que elas ficam mais eufóricas e tendentes a se expandir demais e portanto propensas a se revoltar contra qualquer admoestação.
Outro aspecto, omitido mas real é bom frisar, causador do déficit de educação em casa é o desfazimento das famílias. A criança se vê, de repente, obrigada a submeter-se a um homem que não é o seu pai natural, ou a uma mulher nas mesmas condições. O respeito não é o mesmo. Nesses casos, o prestígio que o pai e a mãe legítimos têm obrigação cultivar junto aos filhos, não existe, a boa influência dos verdadeiros pais unidos se evapora.
Os fatores omitidos mencionados acima, e não são todos, estão “pulsando” constantemente em detrimento das crianças. Sem se tocar neles não haverá solução.
Como compreender que uma dança que simula o ato sodomítico, como é o funk; praticado nas escolas até entre adolescentes, tenha sido elevado pela câmara do Rio de Janeiro a patrimônio cultural do Brasil?
Estamos sendo conduzidos a um verdadeiro caos no qual a sabedoria foi extinta. Basta imaginar que por cima de tudo isso ainda há o empenho do governo impor o Kit homossexual nas escolas... Onde vamos parar?
A solução verdadeira, profunda, eficaz, não vai aparecer nesse contexto.
Ocasião favorável para o Estado, absolutamente incapaz de resolver o problema, aumentar o seu poder ditatorial sobre o que resta de família. Ele, um dos propugnadores da liberação moral total, não vacila em agarrar com sua pata de aço o que pela lei natural, e pela Lei de Deus, não tem direito.
Mas o que fazem de eficaz aqueles que, tendo missão e poder para dar a verdadeira formação moral e religiosa – da tradicional Igreja Católica Apostólica Romana -, se mantém omissos neste ponto vital?
Por que?

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A Sucuri, o Sansão e a Rainha invencível!

A mídia repetiu no dia 9 deste mês, notícias da afluência superior a dois milhões de católicos à procissão anual do Círio de Nazaré. Fato semelhante aconteceu, em número certamente maior, embora de forma não concentrada, nas comemorações de Nossa Senhora Aparecida, dia 12, em numerosos rincões do Brasil.



Ficou mais uma vez confirmada a verdade doída aos inimigos da Igreja de que, apesar de toda a decadência atual, os católicos ainda são a maior força do Brasil. Não é dizer pouco!
Para um católico praticante o fato gera uma enorme perplexidade:



Por que essa imensidão de pessoas não é mais preparada para enfrentar as várias crises que, como uma sucuri, nos envolvem e esmagam cada vez mais?
Bem articulada e bem orientada a Opinião Pública católica, não haveria clima sequer para colocar o aborto em discussão. Televisão alguma conseguiria veicular as imoralidades mais repugnantes sem que sua audiência se evaporasse; jamais as autoridades se atreveriam a privilegiar os homossexuais concedendo-lhes a Av. Paulista para passeata e mandando o nosso desfile de sete de setembro, comemorativo do nascimento da Nação, para o sambódromo!
Se os católicos fossem mais preparados para exercer a virtude da fortaleza, por exemplo, não seríamos o primeiro pais do mundo em número de homicídios. O casamento homossexual, que é o casamento da morte – se ele prevalecer a população acaba – não encontraria o menor clima para ser equiparado ao casamento tradicional e natural. As marchas contra a maconha sequer apareceriam, e as manifestações contra a corrupção, aliás, contraditoriamente marcadas por outro tipo de corrupção que é a imoralidade mais desabrida, perderiam todo o sentido. Seria fácil citar uma catadupa de disparates de vários gêneros, todo mundo sabe, que deixariam de existir se nossa opinião pública católica estivesse sendo conduzida como em épocas anteriores.



Enfim, o Brasil católico está sendo entregue porque o gigante católico está adormecido, narcotizado, desorientado, à mercês de lobos e hienas, obnubilado na consideração da realidade. Faz lembrar Sansão com os cabelos cortados.
Mas, não se iludam os que tiram vantagens dessa situação. Nossa Senhora está completamente diferente e é invencível.



O Brasil foi entregue a Nossa Senhora Aparecida, tomando-A por Rainha e Padroeira. E Ela nunca abdicou do seu mandato. Em dia e hora que só Ela sabe, as coisas vão ser postas nos eixos, e o Brasil voltará a brilhar, por sua catolicidade autêntica, aos olhos do mundo inteiro como brilha no céu, facilmente reconhecível, o Cruzeiro do Sul.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O Planeta “conspira” contra os ambientalistas?

Há anos a mídia vem noticiando catastrofisticamente que a água do planeta corre o risco de acabar.
A própria CNBB, sempre afinada com o movimento ecologista, escolheu o tema A Água para a Campanha da Fraternidade de 2004, visando conscientizar a população sobre a necessidade de preservar a água do Planeta.
Some-se ainda uma infinidade de programas de TV, sites, cartazes, avisos afixados em aeroportos e locais de parada etc., insistindo na economia de água para salvar o Planeta.
Não negamos que a água deva ter um uso civilizado, sem desperdício, suficiente para uma boa limpeza. O que não há é motivo para o catastrofismo ecologista.
Não é o tema deste artigo, mas tais campanhas, diga-se de passagem, são sempre em favor de uma maior intervenção do Estado no controle particular de cada indivíduo, especialmente dos proprietários. A solução para salvar o Planeta é sempre uma crescente diminuição do direito particular em favor da socialização e comunistização.
Acontece, entretanto, que de lá para cá começou uma onda de enchentes por todo o mundo, num ritmo nunca experimentado. Até o nordeste brasileiro, tradicionalmente cenário de secas escaldantes, vem sendo atingido violentamente por grandes enchentes.
Será o efeito da economia de água obtido pelas campanhas?
A hipótese é ridícula, como é ridícula a campanha para não acabar a água do Planeta.


Parece até o ocorrido com o dito aquecimento global, que teve seu nome alterado pelos próprios ambientalistas para mudança climática por causa do aumento do frio...
Recentemente foi descoberto um dos maiores aquíferos do mundo, senão o maior!
Vejamos o que diz o site Último Segundo.
Aquífero descoberto no Norte seria o maior do mundo
Pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) divulgarão oficialmente na semana que vem a descoberta do que afirmam ser o maior aquífero do mundo. A imensa reserva subterrânea sob os Estados do Pará, Amazonas e Amapá tem o nome provisório de Aquífero Alter do Chão - em referência à cidade de mesmo nome, centro turístico perto de Santarém.


"Temos estudos pontuais e vários dados coletados ao longo de mais de 30 anos que nos permitem dizer que se trata da maior reserva de água doce subterrânea do planeta. É maior em espessura que o Aquífero Guarani, considerado pela comunidade científica o maior do mundo", assegura Milton Matta, geólogo da UFPA.
A capacidade do aquífero não foi estabelecida. Os dados preliminares indicam que ele possui uma área de 437,5 mil quilômetros quadrados e espessura média de 545 metros. "É menor em extensão, mas maior em espessura do que o Guarani."
A notícia de um tal alívio para a humanidade não deveria fazer os ecologistas exultarem de alegria e comunicar através de todas as mídias que a população pode se despreocupar com a falta de água? Inclusive poderia ser diminuido o preço cobrado pela água dada a abundância...
Por que o silêncio a este respeito?
Será que o planeta está conspirando contra o movimento ambientalista? Parece...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Pesquisas de opinião, ferramentas das esquerdas?

A Folha de São Paulo do dia 28 de julho p.p. publicou a seguinte notícia
“Uma pesquisa do Ibope Inteligência divulgada nesta quinta-feira mostra que 55% dos brasileiros são contrários à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que reconheceu a união de casais do mesmo sexo.”
A matéria continua mostrando por vários aspectos que a maioria da população não aceita a imposição do homossexualismo como coisa inteiramente normal e privilegiada na sociedade.
Mas quem lê a matéria fica com a impressão de que o rechaço é muito menor do que, de fato, é.
Por que ouso fazer esta afirmação?
Primeiramente porque existe nos brasileiros uma desconfiança meio generalizada de que os institutos e suas pesquisas não são confiáveis por causa das distorções sempre a favor da esquerda, sobretudo em época de eleições.
Em segundo lugar, conversando com participantes da Caravana Terra de Santa Cruz, que acaba de chegar após um mês de atuação diretamente junto ao público da rua em várias Unidades da Federação, ouvi dizerem que se dá no Paraná, Minas Gerais e São Paulo, o mesmo que se deu com a caravana anterior quando percorreu, no início do ano, os Estados de Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe: O rechaço ao homossexualismo é quase total, muito ao contrário do que afirmam as pesquisas que são publicadas habitualmente na mídia.



Desafio o Ibope, e Cia, a fazerem a pesquisa sobre o homossexualismo de seguinte maneira:
1 – Você é homossexual?
2 – Se não é, gostaria de ser?
3 – Gostaria que um filho seu se tornasse um homossexual?
4 – Você se casaria com um homossexual?

Aí sim nós teríamos muito mais autenticidade dos resultados.
Por que não fazer?
Não se trata de ouvir o povo?
Isso não é democrático?

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Raposa Serra do Sol, Mentira, Mentira,... e uma Verdade

Diante do fracasso rotundo da ideologia socialo-comunista na Opinião Pública brasileira, a esquerda precisa recorrer a várias “ferramentas” que lhe possibilitem avançar. Avançar sobretudo contra o direito de propriedade, garantido pela Lei de Deus, pelo direito natural e, bem mais fracamente, pela nossa constituição já bastante esquerdizada.
Uma dessas ferramentas são os índios. Defender seu direito exclusivo à terra, contra os brancos “invasores” como se estes fossem criminosos e desumanos exploradores. Expulsá-los e inaugurar em seu lugar um “paraíso” comunista.
Inicialmente os índios são reduzidos a marionetes nas mãos do CIR (órgão derivado do comunista Conselho Indigenista Missionário), “conscientizados” de que são explorados pelos que lhes dão emprego e comida. Uma mentira. Tudo argumentado com base na interpretação marxista da religião católica. Outra mentira.
Ao mesmo tempo vão conduzindo os índios a recuarem no tempo para antes da evangelização, incutindo-lhes que devem voltar aos seus hábitos selvagens pagãos, sua verdadeira cultura. Outra mentira.
Numa etapa seguinte, os agentes missionários (outra mentira), lhes incutem o ódio contra aqueles que eles devem expulsar de “suas terras”, os proprietários. A ação desses missionários do comunismo faz com que a população indígena se divida ao meio entre a favor dos proprietários e contra.
Por causa da atuação esquerdista e anticatólica do CIR, os índios favoráveis à manutenção das propriedades abandonam a Igreja Católica e passam para uma igreja protestante.
Abstraindo da parcela indígena inteiramente amalgamada com os brancos e contrários à expulsão, a mídia corre solícita a apoiar o movimento de esquerda exagerando suas proporções (outra mentira) e atacando os produtores.
O Governo manda força policial para impor o “desejo dos índios”. Outra mentira.
Há confronto, o assunto vai para o Supremo, que considera justo dar ganho de causa aos índios esquerdistas. Outra mentira.
Expulsos ditatorialmente e à força os proprietários, começa o “paraíso” dos índios. Outra mentira.



Hoje, dois anos depois, conforme mostra o Jornal da Band, a Reserva Raposa Serra do Sol está no mais vergonhoso abandono. Os índios que lá permaneceram passam fome e não têm como conseguir trabalho e comprar o necessário.
Outra parte foi para a capital, Boa Vista, onde vive na miséria, em barracos, disputando no lixão da cidade com os urubus algo para sobreviver.
Quem sabe ser-lhes-á oferecido o bolsa família? Desde que votem no PT, é claro...
Onde está o grande pai dessa criança, o ex-presidente Lula?



Onde estão os defensores dos Direitos Humanos preocupados até com o Bin Laden?
Onde está o “amor ao próximo” dos neo-missionários de Marx, e não de Cristo?
Mais uma das grandes mentiras da esquerda.
Se a esquerda parar de mentir sobreviverá?
Terminado o caso nacional da reserva Raposa Serra do Sol, constatamos que as propriedades privadas foram absorvidas pela União. Não restou lá um só proprietário.
Foi dado mais um passo rumo ao comunismo. Única verdade!
Veja o vídeo abaixo e abaixo em comprove.